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	<title>gerente, Autor em PulseLab</title>
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	<description>Academia com Eletroestimulação</description>
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	<title>gerente, Autor em PulseLab</title>
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		<title>Influência do treinamento com eletroestimulação auxiliar na composição corporal e em fatores de risco cardíaco em homens mais velhos com síndrome metabólica</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:29:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo do estudoA sarcopenia e a adiposidade (abdominal) estão intimamente associadas à mortalidade, multimorbidade e fragilidade em pessoas mais velhas. O objetivo desse estudo foi de determinar até que ponto o treinamento com eletromioestimulação de corpo inteiro (WB-EMS) pode influenciar na composição corporal e nos fatores de risco cardíaco em homens mais velhos com síndrome</p>
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<p><strong>Objetivo do estudo</strong><br>A sarcopenia e a adiposidade (abdominal) estão intimamente associadas à mortalidade, multimorbidade e fragilidade em pessoas mais velhas. O objetivo desse estudo foi de determinar até que ponto o treinamento com eletromioestimulação de corpo inteiro (WB-EMS) pode influenciar na composição corporal e nos fatores de risco cardíaco em homens mais velhos com síndrome metabólica.<br><br><strong>Metodologia</strong><br>Após uma seleção aleatória, 28 homens com síndrome metabólica de acordo com a IDF (69,4±2,8 anos) da região de Erlangen foram distribuídos em um grupo de controle (GC: n = 14) ou em um grupo de WB-EMS (n = 14). O treinamento de 14 semanas com o regime de WB-EMS consistiu em um programa de resistência e força de 30 minutos com a aplicação de EMS a cada 5 dias. Em paralelo, o grupo de controle foi submetido a um treinamento de vibração de corpo inteiro focado no “aumento da flexibilidade e do bem-estar”.</p>



<p><br>A massa de gordura abdominal e total do corpo, bem como a massa muscular esquelética apendicular (ASMM) foram selecionadas como os pontos de avaliação primários. Os pontos de avaliação secundários foram os parâmetros da síndrome metabólica de acordo com a IDF (circunferência da cintura, glicose, triglicerídeos, colesterol HDL, pressão arterial sistólica e diastólica).<br><br><strong>Resultados</strong><br>Em um elevado tamanho de efeito (TE: d`=1,33), a alteração na massa de gordura abdominal apresenta diferenças significativas (p = 0,004) entre o grupo de WB-EMS e o GC (-252 ± 196 g, p = 0,001 vs. -34 ± 103 g, p = 0,330).</p>



<p>Paralelamente, a gordura corporal total diminuiu em -1350 ± 876 g (p = 0,001) no grupo de WB-EMS e -291 ± 850 g (p = 0,307) no GC (diferença: p = 0,008, TE: d` = 1,23). A ASMM também mostrou diferenças significativas (p = 0,024, TE: d` = 0,97) entre o grupo de EMS e o grupo de controle com vibração (249 ± 444 g, p = 0,066 vs. -298 ± 638 g, p = 0,173).</p>



<p>Com exceção de uma significativa diferença entre os grupos (p = 0,023, TE: d` = 1,10) para a circunferência da cintura (EMS: -5,2 ± 1,8 cm, p = 0,001 versus GC: -3,3 ± 2,9 cm, p = 0,006), não foram apresentados outros efeitos nos parâmetros da síndrome metabólica (ver acima).<br><br><strong>Conclusão</strong><br>Com um baixo volume de treinamento e um curto período de intervenção (14 semanas), o treinamento com eletroestimulação muscular de corpo inteiro revelou efeitos significativos na composição corporal de pessoas idosas. Assim, a EMS pode ser uma alternativa adequada aos programas de treinamento convencionais para pessoas com pouca capacidade cardíaca e ortopédica.</p>



<p><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><a href="https://pulselab.com.br/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui</a></mark> e agende sua experiência!</p>
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		<title>O efeito da eletroestimulação de corpo inteiro na taxa metabólica de repouso, parâmetros antropométricos e musculares de pessoas mais velhas. O Experimento de Treinamento e Eletromioestimulação</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:28:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo do estudoUma alteração substancial na composição corporal, com aumento da gordura abdominal e redução correspondente da massa muscular ocorre especialmente em mulheres após a menopausa. Para contrariar essa tendência, hoje, o treinamento de eletromioestimulação de corpo inteiro se destaca como uma alternativa ao treinamento muscular convencional com menores cargas ortopédicas e cardíacas em um</p>
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<p><strong>Objetivo do estudo</strong><br>Uma alteração substancial na composição corporal, com aumento da gordura abdominal e redução correspondente da massa muscular ocorre especialmente em mulheres após a menopausa. Para contrariar essa tendência, hoje, o treinamento de eletromioestimulação de corpo inteiro se destaca como uma alternativa ao treinamento muscular convencional com menores cargas ortopédicas e cardíacas em um volume de treinamento comparativamente mais baixo. O objetivo desse estudo piloto foi de estabelecer a aplicabilidade e a viabilidade do treinamento com EMS para idosos, bem como determinar a eficácia dessa forma de treinamento em parâmetros antropométricos, fisiológicos e musculares. <br><br><strong>Metodologia</strong><br>30 mulheres pós-menopausa com longa experiência de treino foram distribuídas aleatoriamente em um grupo de controle (GC: n=15), onde continuaram seu treinamento como de costume, e em um grupo de EMS (n=15), que completava uma sessão de 20 minutos de treinamento com EMS de corpo inteiro a cada quatro dias, além de treinamento de força e resistência duas vezes por semana. Os dados antropométricos mais importantes (peso, tamanho, porcentagem de gordura corporal, circunferência da cintura, etc.) foram determinados, juntamente com a taxa metabólica de repouso e o VO2.<br><br><strong>Resultados</strong><br>A taxa metabólica de repouso mostrou reduções significativas no GC (-5,3%, p = 0,308) e nenhuma alteração (-0,2%, p = 0,991) no grupo de EMS. Apesar de um tamanho de efeito médio (TE: 0,62), apenas tendências sem diferenças significativas apareceram entre o grupo de EMS e o GC (p = 0,065). O valor acumulado para a espessura de dobra cutânea diminuiu significativamente no grupo de EMS (p = 0,001) em 8,6%, em comparação com um aumento leve e insignificante no grupo de controle (1,4%); uma diferença que se mostrou estatisticamente significante (p = 0.0001, TE: 1,37). A circunferência da cintura como um critério para a adiposidade abdominal caiu significativamente no grupo de EMS (p > 0,001) em -2,3% (vs. GC: +1,0%, p = 0,106). A diferença intermediária correspondente dos grupos se mostrou significante (p = 0,001, TE: 1,64).<br><br><strong>Conclusão</strong><br>Em resumo, melhorias nos parâmetros funcionais, como a força e a velocidade máximas, foram demonstradas juntamente com os efeitos relevantes para a saúde na composição corporal. Além disso, foi estabelecida uma alta aceitação do treinamento com EMS nessa população de mulheres bem treinadas e na pós-menopausa. Assim, além da sua eficácia, a praticabilidade desse tipo de treinamento parece assegurada.</p>



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		<title>Efeitos de treinamento a curto e longo prazo em parâmetros de diagnóstico relacionados à força com a estimulação mecânica e elétrica</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:28:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo do estudoO objetivo do presente estudo foi de comparar métodos clássicos de treinamento de força com a EMS dinâmica de corpo inteiro no que diz respeito aos seus efeitos na força e na velocidade. Metodologia80 estudantes desportivos foram distribuídos aleatoriamente em mesmo número em grupos de treinamento clássico de hipertrofia, força máxima, rapidez e</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Objetivo do estudo</strong><br>O objetivo do presente estudo foi de comparar métodos clássicos de treinamento de força com a EMS dinâmica de corpo inteiro no que diz respeito aos seus efeitos na força e na velocidade.<br><br><strong>Metodologia</strong><br>80 estudantes desportivos foram distribuídos aleatoriamente em mesmo número em grupos de treinamento clássico de hipertrofia, força máxima, rapidez e resistência muscular, em um grupo com o procedimento moderno de EMS de corpo inteiro e vibração, bem como em dois grupos mistos, de EMS/hipertrofia e vibração/hipertrofia.</p>



<p>Os grupos de treinamento clássico trabalharam na flexão e extensão da musculatura das pernas em equipamentos (Gym80) nos respectivos grupos, em 3 séries com vários pesos adicionais (30-90%, 3-15 repetições). Os grupos de EMS executaram passadas laterais e agachamentos sem pesos adicionais (carga/intervalo de 6s/4s, frequência de pulso de 85 Hz, largura do pulso de 350 ?s, pulso retangular bipolar (60% de intensidade). A padronização foi feita através de retroalimentação biológica.</p>



<p>O treinamento ocorria duas vezes por semana durante um período de 4 semanas. Exames de entrada e saída foram realizados em máquinas de diagnóstico de força, antes e depois do treinamento, bem como após uma fase de regeneração de duas semanas. As dinâmicas foram medidas por meio de desempenho (força x velocidade) com 40% e 60% de carga adicional em vários ângulos.&nbsp;<br><strong><br></strong><strong>Resultados</strong><br>Todos os tipos de treinamento de força conseguiram melhorar significativamente o desempenho máximo. A força máxima registrou maior aumento no grupo de hipertrofia (em 16%), seguida de 9-10% na EMS. Apenas os grupos de EMS apresentaram uma melhora significativa na velocidade. O desempenho de velocidade medido melhorou em cerca de 30% – significativamente mais do que nos métodos clássicos (16-18%). Isso é aparentemente devido ao controle direto da EMS nas fibras musculares de contração rápida.</p>



<p><br>Modelos de treinamento misto, tais como o de treinamento com EMS e hipertrofia clássica, exibem mudanças típicas resultantes dos estímulos dos dois treinamentos (um crescimento máximo de 7% na força e uma melhoria de 12% no desempenho).</p>



<p>As combinações dos procedimentos de treinamentos clássicos e modernos podem, assim, originar novas e promissoras configurações de estímulos. Os efeitos a longo prazo da EMS de corpo inteiro devem ser enfatizados em particular. Os maiores aumentos no desempenho aparecem após um período de regeneração de duas semanas.<br><br><strong>Conclusão</strong><br>Comparado com vários tipos de treinamento para aumentar a força e a velocidade, o treinamento dinâmico com EMS de corpo inteiro mostrou ser um método de treinamento altamente eficaz. A EMS de corpo inteiro foi o único método capaz de melhorar o máximo desempenho desportivo na velocidade de movimento. Além disso, os efeitos a longo prazo anunciados estão abrindo novas possibilidades na periodização dos treinos. Uma quantidade de EMS de corpo inteiro, cuidadosamente dosada, juntamente com a execução dinâmica de movimento, representa uma combinação promissora para o treinamento de força e velocidade.</p>



<p><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><a href="https://pulselab.com.br/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui</a></mark> e agende sua experiência!</p>
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		<item>
		<title>Eletroestimulação muscular (EMS) de toda a musculatura corporal – Um método inovador para aliviar a incontinência urinária</title>
		<link>https://pulselab.com.br/eletroestimulacao-muscular-ems-de-toda-a-musculatura-corporal-um-metodo-inovador-para-aliviar-a-incontinencia-urinaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[gerente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:27:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo do estudoO objetivo desse trabalho foi de investigar os efeitos do treinamento com EMS na incontinência urinária. MetodologiaA presença, o tipo e a intensidade das queixas de incontinência urinária foram investigados em 49 indivíduos com dores nas costas com a ajuda de questionários iniciais e subsequentes (GAUDENZ 1979). Uma forma bastante leve a moderada</p>
<p>O post <a href="https://pulselab.com.br/eletroestimulacao-muscular-ems-de-toda-a-musculatura-corporal-um-metodo-inovador-para-aliviar-a-incontinencia-urinaria/">Eletroestimulação muscular (EMS) de toda a musculatura corporal – Um método inovador para aliviar a incontinência urinária</a> apareceu primeiro em <a href="https://pulselab.com.br">PulseLab</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Objetivo do estudo</strong><br>O objetivo desse trabalho foi de investigar os efeitos do treinamento com EMS na incontinência urinária.<br><br><strong>Metodologia</strong><br>A presença, o tipo e a intensidade das queixas de incontinência urinária foram investigados em 49 indivíduos com dores nas costas com a ajuda de questionários iniciais e subsequentes (GAUDENZ 1979). Uma forma bastante leve a moderada de incontinência urinária foi registrada em 17 indivíduos (15 mulheres, 2 homens) com média de 47 anos de idade.</p>



<p>Foram realizadas 10 unidades de treinamento com EMS, duas vezes por semana, cada uma com duração de 45 minutos, com os seguintes parâmetros de treinamento: duração de pulso de 4s, intervalo de pulso de 2s, frequência de 80 Hz, tempo de subida de 0s, largura do pulso de 350s. No processo, um período de cerca de 25 minutos de treinamento supervisionado, durante o qual foram realizadas várias posições de exercícios estáticos, era acompanhado por um período de habituação de 10 a 15 minutos em cada caso para o ajuste das intensidades individuais de pulso. O período de treinamento era concluído com um programa de relaxamento de cinco minutos (duração de pulso de 1s, frequência de 100 Hz, tempo de subida de 0s, largura do pulso de 150s).</p>



<p><strong>Resultados</strong><br>Um alívio nas queixas de incontinência urinária foi alcançado em 64,7% dos casos. 23,5% ficaram livres de queixas. Uma diminuição nas queixas ocorreu em 24,4%, e 35,9% não viram mudanças. Esses resultados correspondem um pouco às melhorias registradas em tratamentos de incontinência com terapias eletromusculares especiais e localizadas (cf. Eriksen 1987, Sebastio 2000, Salinas Casado 1990, Meyer 2001).<br><br><strong>Conclusão</strong><br>O treinamento com eletroestimulação muscular de corpo inteiro representa um sistema de treinamento eficaz. Ele atinge objetivos terapêuticos, tais como o alívio da incontinência e dores nas costas, e também objetivos preventivos, tais como formação de músculos, contorno corporal e melhorias no humor, vitalidade, estabilidade corporal e desempenho geral.</p>



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		<title>Eletroestimulação muscular como um treinamento de corpo inteiro – Estudo multicêntrico sobre o uso da EMS de corpo inteiro em centros fitness</title>
		<link>https://pulselab.com.br/eletroestimulacao-muscular-como-um-treinamento-de-corpo-inteiro-estudo-multicentrico-sobre-o-uso-da-ems-de-corpo-inteiro-em-centros-fitness/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[gerente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:26:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo do estudo O objetivo desse trabalho foi de descobrir se podem ser atingidas mudanças positivas em termos de força, antropometria, consciência corporal, humor, fatores gerais de saúde, dores nas costas e incontinência através do treinamento de corpo inteiro eletricamente estimulado em um teste de campo. Metodologia Em quatro centros fitness, 134 indivíduos voluntários (102</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Objetivo do estudo</strong></p>



<p>O objetivo desse trabalho foi de descobrir se podem ser atingidas mudanças positivas em termos de força, antropometria, consciência corporal, humor, fatores gerais de saúde, dores nas costas e incontinência através do treinamento de corpo inteiro eletricamente estimulado em um teste de campo.</p>



<p><strong>Metodologia</strong></p>



<p>Em quatro centros fitness, 134 indivíduos voluntários (102 mulheres e 32 homens) com média de 42,5 anos de idade foram questionados, testados e comparados com um grupo de controle (n=10) e examinados com base na idade e gênero antes e após seis semanas de treinamento. Esse estudo envolveu uma determinação da força máxima, resistência física, peso corporal, porcentagem de gordura corporal, circunferência, frequência e intensidade de dores nas costas e incontinência, bem como a situação geral, humor, vitalidade, estabilidade corporal e contorno corporal.</p>



<p>As 12 unidades de treinamento foram realizadas duas vezes por semana com os seguintes parâmetros de treinamento: duração/intervalo de pulso de 4s/4s, frequência de 85 Hz, pulsos retangulares, largura do pulso de 350s. Uma sessão de treinamento de aproximadamente 25 minutos com posições de exercícios estáticos era acompanhada por um período de habituação que totalizava 10-15 minutos. A sessão de treinamento era concluída com um programa de relaxamento de cinco minutos (duração de pulso de 1s, intervalo de pulso de 1s, 100 Hz, pulsos retangulares, largura do pulso de 150s).</p>



<p><strong>Resultados:</strong></p>



<p>82,3% registraram uma diminuição na dor nas costas, 29,9% ficaram livres dos sintomas posteriormente. 40,3% queixavam-se anteriormente de dor crônica e apenas 9,3% após a conclusão. 75,8% viram melhorias na incontinência e 33,3% não apresentaram sintomas posteriormente. O número de condições médicas reduziu drasticamente (em cerca de 50%). A força máxima aumentou em 12,2% e a resistência muscular em 69,3%. As mulheres se beneficiaram mais do que os homens (13,6% vs. 7,3%). 18 indivíduos terminaram o treinamento prematuramente. Nenhuma alteração foi identificada no grupo de controle.</p>



<p>O peso corporal e o IMC permaneceram praticamente iguais. A porcentagem de gordura corporal caiu 1,4% no grupo de treinamento; e ela aumentou 6,7% no grupo de controle. As pessoas mais jovens submetidas ao treinamento perderam mais peso do que as mais velhas; não houve variações relacionadas ao gênero ou ao peso. Entre as mulheres no treinamento, as circunferências do corpo foram reduzidas significativamente no tórax (-0,7 cm), coxas (-0,4 cm), cintura (-1,4 cm) e quadris (-1,1 cm). Entre os homens, elas diminuíram na cintura (-1,1 cm) com crescimento simultâneo na parte superior dos braços (+1,5 cm), tórax (+1,2 cm) e coxas (+0,3 cm). O grupo de controle não apresentou melhora e acabou expandindo a cintura e os quadris no mesmo período.</p>



<p>A consciência corporal melhorou, com 83,0% dos participantes exibindo menos tensão, 89,1% apresentando maior estabilidade e 83,8% percebendo um maior desempenho. 86,8% observaram efeitos positivos no contorno corporal. 90,0% dos participantes registraram o treinamento de forma positiva. As intensidades elevadas trouxeram melhorias significativas para os pacientes com queixas, mas aumentaram a incidência de dores musculares.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>O treinamento com EMS de corpo inteiro representa um método persuasivo para reduzir queixas extremamente comuns de dores nas costas e incontinência. Os aumentos de força se assemelham à experiência com o treinamento de força convencional e, de certa forma, são até mesmo superiores. Os aspectos do contorno corporal e humor afetam homens e mulheres em todas as faixas etárias. Assim, a EMS de corpo inteiro é uma forma eficaz de treinamento que é atraente para uma ampla gama de públicos-alvo.</p>



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		<title>A eletroestimulação muscular como um programa de treinamento de corpo inteiro</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:25:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo O objetivo deste estudo de pesquisa no campo da eletroestimulação muscular foi&#160;o&#160;de avaliar se o impacto positivo na força do corpo, antropometria, bem-estar corporal, humor, condições gerais de saúde e dor nas costas pode ser alcançado através de treinamentos de estímulos elétricos musculares. Metodologia 134 pessoas (102 mulheres e 32 homens) com uma idade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Objetivo</strong></p>



<p>O objetivo deste estudo de pesquisa no campo da eletroestimulação muscular foi&nbsp;o&nbsp;de avaliar se o impacto positivo na força do corpo, antropometria, bem-estar corporal, humor, condições gerais de saúde e dor nas costas pode ser alcançado através de treinamentos de estímulos elétricos musculares.</p>



<p><strong>Metodologia</strong></p>



<p>134 pessoas (102 mulheres e 32 homens) com uma idade média de 42,5 anos se ofereceram para participar no estudo de pesquisa sobre a eletroestimulação muscular, realizado em quatro centros&nbsp;de&nbsp;fitness diferentes. Os questionários que os participantes preencheram antes e após o treinamento de 6 semanas foram avaliados; os resultados foram comparados com os de um grupo de controle (10 pessoas) e foram organizados de acordo com a idade e sexo.</p>



<p>A força máxima corporal, resistência, peso corporal, percentual de gordura corporal, circunferência corporal, frequência e intensidade de dor nas costas, incontinência urinária, estado geral de saúde, humor, vitalidade, estabilidade e forma do corpo foram avaliados. Os participantes treinaram 45 minutos, 2x por semana, durante um total de 12 sessões.</p>



<p>A avaliação começou com uma fase de familiarização do&nbsp;indivíduo,&nbsp;com duração de 10 a 15 minutos,&nbsp;para ajustar a intensidade de impulso, seguido de uma sessão de treinamento com duração de 25 minutos e, durante tal, diferentes posições de exercícios estáticos foram assumidas pelos participantes. Houve um período de relaxamento com duração de cinco minutos ao final da sessão de treinamento.</p>



<p><strong>Resultados</strong></p>



<p>82% dos participantes notaram um alívio na dor nas costas, 30% mostraram-se estavam livres de dor. No início do treinamento, 40% deles tinham se queixado de dor crônica. A força máxima corporal dos participantes aumentou em 12% e sua resistência em 69%. Não houve mudanças notáveis no grupo de controle.</p>



<p>A massa corporal e o índice de massa corporal (IMC) dos participantes ficaram mais ou menos os mesmos. No entanto, o percentual de gordura corporal diminuiu em 1,4% no grupo de treinamento.<br>Os participantes mais jovens perderam mais peso do que os mais velhos. Não houve diferenças notáveis de acordo com o sexo ou peso.</p>



<p>Em todos os participantes do sexo feminino, o tamanho foi significativamente reduzido, em média, em 0,7cm no busto, 0,7cm nas coxas, 1,4cm na cintura e 1,1cm nos quadris. Os homens tiveram uma redução média na cintura de 1,1cm; o tamanho da parte superior do braço aumentou em média 1,5cm; o tamanho do peito aumentou em média 1,2cm e o tamanho das coxas em média 0,3cm.<br>Não houve mudanças positivas visíveis no grupo de controle.<br>Houve uma melhora no sentimento de bem-estar em 83% das pessoas e os músculos dos participantes pareceram menos tensos. 89% do grupo de teste teve uma estabilidade e desempenho corporal melhorados; 84% sentiu um aumento no condicionamento físico geral. 87% do grupo de teste notou uma mudança positiva em seus físicos como um todo.</p>



<p>Um treinamento de intensidade mais elevada resultou em maior melhoria, especialmente em pessoas com problemas físicos. No entanto, um treinamento mais intenso também aprofundou a dor muscular.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>O treinamento com eletroestimulação muscular de corpo inteiro é um bom método para reduzir a dor nas costas generalizada, e também aumenta a força do corpo e possui resultados iguais ou melhores do que os de treinamentos de força convencionais. As melhorias na forma do corpo e humor em geral foram percebidas nos homens e mulheres de todas as faixas etárias similares.</p>



<p>Em conclusão, o estudo apoia o treinamento com eletroestimulação muscular de corpo inteiro como um método de treinamento eficaz que irá beneficiar uma ampla gama de grupos-alvo.</p>



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		<title>Eletroestimulação (EMS) em pacientes cardíacos. O treinamento com EMS está se tornando significativo para a prevenção secundária?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gerente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:23:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo do estudoO fato de o treinamento de resistência moderado como parte de uma prevenção secundária melhorar o prognóstico da insuficiência cardíaca crônica foi suficientemente validado. No entanto, com base em experiências, apenas alguns pacientes bem supervisionados, altamente motivados e, sobretudo, mais jovens, podem ser submetidos a uma terapia desportiva complementar e sustentada em instalações</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Objetivo do estudo</strong><br>O fato de o treinamento de resistência moderado como parte de uma prevenção secundária melhorar o prognóstico da insuficiência cardíaca crônica foi suficientemente validado. No entanto, com base em experiências, apenas alguns pacientes bem supervisionados, altamente motivados e, sobretudo, mais jovens, podem ser submetidos a uma terapia desportiva complementar e sustentada em instalações clínicas. A nossa própria experiência com a eletromioestimulação de corpo inteiro em pacientes com insuficiência cardíaca demonstra até agora um potencial imprevisível para a regeneração de sintomas de doenças neuro-humorais, inflamatórias e musculoesqueléticas no contexto da insuficiência cardíaca sistêmica. Neste panorama, investigou-se o efeito e a aceitação da EMS de corpo inteiro em pacientes com insuficiência cardíaca.<br><br><strong>Metodologia</strong><br>15 pacientes com diagnóstico confirmado de insuficiência cardíaca realizaram um programa de treinamento de 6 meses (EMS de corpo inteiro). Os parâmetros de estimulação foram definidos como 80 Hz e 300 ?s com pulso de 4s e pausa de 4s por um período de 20 minutos, seguido por um período de desaceleração na faixa de 100 Hz. Os próprios pacientes escolheram a amplitude (mA), e a sensação subjetiva de “contração muscular/sensação de corrente” foi definida no passo 8 em uma escala de dez passos. As especificações foram de 40 a 70 repetições na seção principal, com exercícios em posições de retenção isométrica e exercícios de movimento dinâmico. A eficiência cardíaca foi avaliada em um teste inicial e após três e seis meses de treinamento por meio de ergoespirometria, eletrocardiografia (EKG) e ecocardiografia; o estado metabólico, incluindo a creatina quinase (CK) e a lactato desidrogenase (LDH), foi avaliado; além disso, o peso e a distribuição de gordura corporal foram determinados (escala de impedância).<br><br><strong>Resultados</strong><br>Foi demonstrado um aumento de até 96% na absorção de oxigênio no limiar anaeróbio (VO2AT 19,39 [± 5,3] ml/kg de peso corporal [PC] antes do início do treinamento; VO2AT 24,25 [± 6,34] ml/kg de PC ao final da fase de treinamento; p &lt; 0,05). A pressão arterial diastólica caiu significativamente (p. sist. &lt; 0,05; p. diast. &lt; 0,001) e o crescimento muscular aumentou até 14% em peso constante. O método de treinamento foi aceito em 100% (sem desistências). Os pacientes indicaram que a sua capacidade subjetiva foi significativamente maior.<br><br><strong>Conclusão</strong><br>Pela primeira vez, o estudo demonstrou o efeito do treinamento com EMS em pacientes com insuficiência cardíaca. A melhora na avaliação objetiva de sua capacidade, bem como a otimização de parâmetros músculo-fisiológicos e metabólicos superou bastante os resultados dos tipos de treinamento aeróbico tradicionais para a reabilitação cardíaca primária e secundária em pacientes com insuficiência cardíaca. A forma de treinamento selecionada tem um grande potencial no tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca.</p>



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		<title>Treinamento com eletroestimulação para a 3ª idade</title>
		<link>https://pulselab.com.br/treinamento-com-eletroestimulacao-para-a-3a-idade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[gerente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:22:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É comumente sabido e amplamente pesquisado que a maneira mais eficaz de combater o declínio natural da massa e função musculares relacionados com o avanço da idade é um estilo de vida fisicamente ativo, e mais importante, com a execução de exercícios regulares. Entretanto, devido a limitações físicas, falta de tempo ou falta de motivação,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>É comumente sabido e amplamente pesquisado que a maneira mais eficaz de combater o declínio natural da massa e função musculares relacionados com o avanço da idade é um estilo de vida fisicamente ativo, e mais importante, com a execução de exercícios regulares. Entretanto, devido a limitações físicas, falta de tempo ou falta de motivação, um grande número idosos não é capaz ou não está disposto a realizar treinamentos de resistência intensos.</p>



<p><strong>Descrição da pesquisa e resultados</strong></p>



<p>Na maior parte da pesquisa, Kemmler e von Stengel avaliaram os efeitos do treinamento com EMS de corpo inteiro em parâmetros de força e na composição corporal/ massa muscular em indivíduos idosos. Trinta mulheres na pós-menopausa (idade média de 65, ± 5 anos), participantes de um estudo com duração de um ano em treinamento de resistência de alta intensidade, realizaram sessões de treinamento com eletroestimulação com duração de 20 minutos por um período de 14 semanas. Foram observados efeitos positivos significativos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução da gordura corporal</li>



<li>Aumento da força</li>



<li>Aumento de potência</li>
</ul>



<p>Para dar validade às conclusões, os pesquisadores fizeram uma segunda avaliação, testando ainda mais parâmetros. Para o segundo estudo, 28 homens (65-75 anos de idade) foram avaliados em sua capacidade física e em mudanças na composição corporal antes e após o treinamento com EMS. Após 14 semanas de treinamento com EMS, os resultados do teste para os 28 homens também mostraram efeitos positivos significativos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento da massa muscular</li>



<li>Redução da gordura corporal</li>



<li>Redução da circunferência da cintura</li>



<li>Aumento da força</li>



<li>Aumento de potência</li>



<li>Aumento da capacidade aeróbia</li>
</ul>



<p>Os resultados desta pesquisa indicam a eficácia do treinamento com eletroestimulação para pessoas com 60 anos ou mais e oferece um método alternativo e atraente de treinamento. Por ser capaz de realizar o treinamento de força sem risco para além das barreiras relacionadas com a idade, o treinamento com eletroestimulação muscular mostrou-se eficaz para mulheres e homens. Ambos os grupos de estudo mostraram melhorias na composição corporal (gordura corporal, massa muscular, circunferência da cintura), bem como na capacidade física (força, potência e capacidade aeróbia).</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>Os resultados do estudo mostram que o treinamento com eletroestimulação muscular pode ser usado pela maioria dos grupos etários e pode ajudar as pessoas a melhorarem sua composição corporal, bem como a sua capacidade física. Como conclusão de suas descobertas, os pesquisadores declararam o seguinte: “…até onde sabemos, não temos conhecimento de estudos de exercícios convencionais que relataram alterações comparativamente favoráveis para a gordura corporal e para a massa livre de gordura. Os resultados são notáveis especialmente considerando a curta duração…”</p>



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			</item>
		<item>
		<title>O treinamento com eletroestimulação é mais eficaz do que o treinamento de peso convencional</title>
		<link>https://pulselab.com.br/o-treinamento-com-eletroestimulacao-e-mais-eficaz-do-que-o-treinamento-de-peso-convencional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[gerente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A introdução de métodos de treinamento de tecnologia avançada, tais como a eletroestimulação muscular (EMS), como uma opção nova e mais eficaz em termos de tempo e performance para os treinamentos de força tem gerado uma grande quantidade de pesquisas que buscam validar seus efeitos. O produto das pesquisas em diferentes grupos etários, de treinamento</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A introdução de métodos de treinamento de tecnologia avançada, tais como a eletroestimulação muscular (EMS), como uma opção nova e mais eficaz em termos de tempo e performance para os treinamentos de força tem gerado uma grande quantidade de pesquisas que buscam validar seus efeitos. O produto das pesquisas em diferentes grupos etários, de treinamento e populacionais têm mostrado resultados positivos. A impressão geral, criada junto a cientistas médicos e de esportes, é a de que o treinamento com EMS é uma alternativa eficaz e adequada ao treinamento de força convencional.</p>



<p>Uma pergunta que muitas vezes surge quanto ao impacto e efeito do treinamento com eletroestimulação muscular de corpo inteiro é: como este modelo de treinamento funciona em comparação com outros métodos de treinamento de força? Em busca de uma resposta, uma equipe de pesquisadores da Universidade Esportiva Alemã de Colônia dividiu um grupo de estudantes em diferentes grupos sob condições de treinamento altamente controladas para testes de resultados de desempenho.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Treinamento</strong></td><td><strong>Número de participantes do grupo</strong></td></tr><tr><td>Crescimento Muscular</td><td>10</td></tr><tr><td>Força Máxima</td><td>11</td></tr><tr><td>EMS</td><td>9</td></tr><tr><td>EMS + Crescimento Muscular</td><td>10</td></tr><tr><td>Força da Velocidade</td><td>10</td></tr><tr><td>Resistência da Força</td><td>11</td></tr><tr><td>Vibração</td><td>9</td></tr><tr><td>Vibração + Crescimento Muscular</td><td>10</td></tr></tbody></table></figure>



<p><strong>Descrição da pesquisa e resultados</strong></p>



<p>A pesquisa feita por Mester e seus colaboradores teve como objetivo comparar diferentes tipos de treinamento de força, por meio de testes e análise de parâmetros de resistência clássicos e modernos. Um total de 80 participantes da pesquisa (todos estudantes de ciências do esporte) foram divididos em 8 grupos de treinamento diferentes e treinaram duas vezes por semana durante um período de 4 semanas. Todos os participantes foram avaliados 3 vezes: (1) um pré-teste antes do primeiro treinamento, (2) um pós-teste imediatamente após o período de estudo e (3) um novo teste 2 semanas após o final do período de estudo.</p>



<p>Os resultados dos testes mostraram que o treinamento com EMS aumentou a força máxima dos grupos musculares testados (em média, 9%) e melhorou significativamente a potência máxima (em média, 29%) dos participantes (como mostrado na tabela). Isso é altamente relevante para o desempenho esportivo, bem como para as exigências diárias do nosso sistema muscular.</p>



<p>Mais notavelmente, verificou-se que o treinamento com eletroestimulação foi o único método de treinamento que conseguiu melhorar o fator de velocidade dentro do desempenho total. Outra descoberta interessante foi que o grupo de treinamento com eletroestimulação foi o único grupo a apresentar melhorias após a conclusão da intervenção de treinamento de 4 semanas, o que indica que este modelo de treinamento requer um período mais longo de recuperação.</p>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>Uma gama de diferentes parâmetros de resistência foi testada neste projeto de pesquisa sobre a EMS e alguns dos resultados mais interessantes e significativos foram encontrados para a força máxima e para a potência máxima. Em comparação com os outros métodos de treinamento que foram avaliados nesta pesquisa, o treinamento com eletroestimulação foi responsável por resultados de testes semelhantes e até melhores do que dos métodos de treinamento de força tradicionais.</p>



<p>Os autores também descobriram que o treinamento com eletroestimulação muscular é mais intenso do que o treinamento de força clássico e, portanto, requer períodos mais longos de recuperação.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Treinamento com eletroestimulação para aliviar dores nas costas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[gerente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na busca por um método de intervenção e prevenção eficaz, o treinamento de eletroestimulação muscular (EMS) tem recebido atenção crescente nos esportes e aplicações médicas. O EMS tem suas raízes no campo da medicina e foi inicialmente utilizado na recuperação de lesões ou como auxilio para a redução de dores. Na década de 2000, o</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na busca por um método de intervenção e prevenção eficaz, o treinamento de eletroestimulação muscular (EMS) tem recebido atenção crescente nos esportes e aplicações médicas. O EMS tem suas raízes no campo da medicina e foi inicialmente utilizado na recuperação de lesões ou como auxilio para a redução de dores. Na década de 2000, o interesse em estudar os benefícios mais amplos da EMS aumentaram devido à significativos resultados de pesquisas, como aquela realizada em 2002 por Boeckh-Behrens e seus colegas da Universidade de Bayreuth, na Alemanha.</p>



<p><strong>Descrição da pesquisa e resultados</strong></p>



<p>Os pesquisadores tinham como objetivo identificar os efeitos do treinamento com eletroestimulação sobre a dor nas costas, e um total de 49 pessoas (31 mulheres e 18 homens com idade média de 47 anos) que estavam sofrendo deste tipo de dor participaram deste estudo. Os 49 participantes realizaram sessões de treinamento com eletroestimulação muscular durante um período de 5 semanas e foram avaliados antes e após o treinamento com EMS.</p>



<p><strong>Os resultados da pesquisa destacaram o seguinte:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma diminuição na dor nas costas foi observada em 88,7% dos participantes</li>



<li>A frequência e a intensidade da dor nas costas diminuíram significativamente durante o período de treinamento</li>



<li>75,5% apresentaram melhoras no humor e 69,4% notaram um aumento da vitalidade</li>



<li>85,7% das mulheres relataram um aumento da estabilidade corporal e 75,5% se sentiram mais relaxadas após o treinamento</li>
</ul>



<p><strong>Conclusão</strong></p>



<p>Os resultados da pesquisa sobre a eletroestimulação mostraram que o treinamento com EMS combate a dor nas costas de uma forma muito eficaz. Os pesquisadores concluíram que o estímulo elétrico ativa os principais grupos musculares e também, de forma mais importante, os grupos musculares mais profundos, que são difíceis de serem ativados através de métodos de treinamento convencionais. Os participantes da pesquisa não só relataram uma redução da dor nas costas (88,7% de todos os participantes) mas também sentiram uma melhora no humor, vitalidade e bem-estar.</p>



<p>Portanto, os treinamentos com eletroestimulação muscular, como o oferecido pela PulseLab, são comprovadamente uma forma eficaz de melhorar a saúde como um todo.</p>



<p><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><a href="https://pulselab.com.br/#form" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui</a></mark> e agende sua experiência!</p>
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